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Agenda do Congresso: CPI do crime organizado tem novos depoimentos
No plenário do Senado, quatro temas ocupam a pauta esta semana.
Radioagência Nacional - Por Priscilla Mazenotti
Publicado em 24/11/2025 13:54
Política
© Lula Marques/Agência Brasil

Um novo atestado médico foi o motivo de mais um cancelamento do depoimento de Jucimar Fonseca da Silva na CPI Mista do INSS. Na semana passada ele, que é ex coordenador-geral de pagamentos e benefícios do INSS, já tinha alegado motivos de saúde para não comparecer. Ele foi chamado para dar explicações aos parlamentares porque teria assinado documentos permitindo o desconto por parte de uma das associações investigadas. Um novo depoimento ainda não foi remarcado.

A CPI Mista também iria ouvir Rodrigo Moraes, sócio da Administração, Participação e Empreendimento (ARPAR). Oitiva também cancelada. Mas, desta vez, por um habeas corpus permitindo que ele não comparecesse. A empresa de Rodrigo teria recebido pelo menos R$ 49 milhões do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. É o que diz um dos requerimentos de convocação.

Já a CPI do Crime Organizado (foto) ouve nesta terça-feira (25/11) duas pessoas que ficaram de ser ouvidas na semana passada. O diretor de Inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada da Costa, e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya. Ele é do Ministério Público de São Paulo. Faz parte do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e, desde a década de 2000, investiga o Primeiro Comando da Capital (PCC).

No plenário do Senado, quatro itens na pauta. Pelo menos, por enquanto. Entre eles, o projeto que regulamenta a aposentadoria especial dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias.

Na Câmara, presença do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, na Comissão de Segurança Pública. Ele vai falar, entre outros assuntos, sobre a atuação do governo no combate a facções e da operação no Rio de Janeiro no dia 28 passado, que deixou 121 mortos.

Na Comissão Especial sobre o Plano Nacional de Educação, votação do parecer do relator, o deputado Moses Rodrigues, do União do Ceará. A proposta estabelece o PNE até 2034. Trata da ampliação da oferta de matrículas em creche e pré-escola, da qualidade, seja na educação infantil, básica ou superior, da alfabetização e de níveis de aprendizado, e também da valorização dos profissionais.

Já no plenário da Câmara, a pauta com as prioridades da semana será definida em reunião de líderes.
 

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
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